Cultura

Consulta pública do projecto de Museu Judaico (Belém) – envio do contributo do FCLX (12.06.2024) 1014 1024 Paulo Ferrero

Consulta pública do projecto de Museu Judaico (Belém) – envio do contributo do FCLX (12.06.2024)

A/C DMU/DLPE/DPE da CML
CC.PCML, AML, JF Belém, Vereadora Urbanismo e media
Exmos. Senhores
No âmbito da consulta pública promovida pela CML para o Museu Judaico em Belém, e conforme AVISO N.º 20/2024, serve o presente para enviarmos o contributo do Fórum Cidadania Lx – Associação, pedindo a vossa melhor atenção para o documento em anexo.
Com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Nuno Caiado, Helena Espvall, Carlos Moura, Rui Martins, Miguel de Sepúlveda Velloso, Carlos Boavida, Fernando Jorge, Beatriz Empis, Paula Cristina Peralta, Maria Ramalho, António Pires Veloso, João Gonçalves, Gonçalo Cornélio da Silva, Maria João Torres, José Amador

 

Reabilitação do Sintra Cinema – Concurso Público – Comentários do Fórum Cidadania Lx e do Q Sintra 1024 576 Paulo Ferrero

Reabilitação do Sintra Cinema – Concurso Público – Comentários do Fórum Cidadania Lx e do Q Sintra

Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Sintra
Dr. Basílio Horta
CC. AM Sintra
No seguimento do anúncio feito pela CM Sintra, em Janeiro deste ano, dando conta da abertura de concurso para a “concepção e reabilitação do Sintra Cinema”, queremos, em primeiro lugar, endereçar os nossos parabéns a V. Exa. e ao Executivo da CM Sintra, por quererem resgatar este equipamento histórico para o convívio dos sintrenses e de quem visita Sintra, para o que contribuiu de forma decisiva a sua oportuna aquisição por parte da autarquia.
Contudo, lido atentamente o Programa Preliminar (Termos de Referência) disponibilizado ao público (https://cloud.cm-sintra.pt/s/r5MQreiG4BpaD5C ), não podemos deixar de chamar a atenção de V. Exa. para alguns aspectos que nos parecem preocupantes, uns, e contraditórios, outros, e que, durante a análise das propostas que, entretanto, tiverem sido recepcionadas pela CM Sintra até ao dia 9 do corrente, importará ter em consideração.
Permita-nos as seguintes considerações:
Parece-nos preocupante o duplo pressuposto em que assenta o Programa Preliminar, ou seja, por um lado a necessidade de se “conceber” um equipamento, e que esse espaço seja um teatro, quando sempre foi cinema, construído para tal; um equipamento que, recordamos, já se encontra “concebido” e por Faria da Costa, um arquitecto que dispensará apresentações.
Esse pressuposto poderá querer significar que o resultado final da reabilitação do Sintra Cinema possa vir a ser uma construção nova, com a inevitável “marca de autor”, por que quase todas as salas de espectáculo têm passado quando são reabilitadas, e não, como seria de esperar, apenas a recuperação do projecto original de Faria da Costa, ainda que adaptado, naturalmente, às novas exigências técnicas decorrentes da evolução da legislação aplicável a salas de espectáculo.
Consideramos grave que assim seja, uma vez que isso significará que, no fim, restarão apenas do edifício primitivo, a fachada principal e parte do seu magnífico balcão interior. Para o que concorrerá também a necessidade em dotar o Sintra Cinema de camarins, com a inevitável abertura de vãos, ampliações e novas construções, contribuindo para a adulteração estética e espacial do edifício, camarins a nosso ver dispensáveis se a intenção for recuperar o projecto original.
Mais preocupados ficamos quando verificamos que os termos de comparação sugeridos pelo Programa Preliminar como sendo “soluções plausíveis” para o Sintra Cinema, são o Cine-Teatro Capitólio, em Lisboa, ou o Teatro Jordão, em Guimarães.
Porque, se do antigo cinema de Cristino da Silva no Parque Mayer, depois de ter sido completamente arrasado por dentro pelo arq. Alberto Oliveira (vencedor de um concurso público de “reabilitação” promovido pela CML…), resta apenas o “invólucro” (fachadas, néon e cobertura), em que se tornou impraticável a encenação de peças de teatro ou a projecção de filmes no seu interior, como é do conhecimento público e muitos encenadores já o disseram;
Já do vimaranense Teatro Jordão apenas resta a fachada principal, já que tudo o mais é construção nova, contemporânea, travestida de reabilitação.
Parece-nos que Sintra só teria a ganhar se a reabilitação do Sintra Cinema se traduzisse, simplesmente, pela recuperação do projecto original de Faria da Costa, de sala de cinema (com possibilidade de se fazer teatro de pequena escala, stand-up comedy, ou outra) com as inerentes alterações legais, até porque, sendo a sua construção em betão, o edifício actual não apresentará problemas de maior na sua estrutura.
Por outro lado, ressaltam do Programa Funcional do concurso alguns aspectos pouco claros, que importaria esclarecer, nomeadamente no que concerne às demolições, alterações e ampliações previstas ou a permitir, desde logo no que se refere ao balcão do Sintra Cinema, pois é referida a possibilidade de se “cortar o balcão”, o que, a verificar-se, significará destruir-se o único detalhe arquitectónico e estético relevante do interior do Sintra Cinema: o seu balcão.
 Não faz sentido amputar-se o balcão, por mais tentativas de justificação que se apresentem, espaciais, funcionais ou outras, muito menos que para isso concorra a incorporação de uma “bancada retratável”.
 Também o hipotético rebaixamento do pé-direito do edifício constituirá um sério revés em termos de leitura da sala, com impacto na caixa de som da mesma e na boa acústica da sala.
 Finalmente, perguntamos a V. Exa. se faz sentido a abertura de um café-concerto-esplanada na cobertura do cinema, com 175m2 de área, por mais inspiração que o Programa tenha ido beber ao projecto original do Capitólio, o qual acabaria por ser descartado no projecto de “reabilitação” de Alberto Oliveira.
 A abertura desse espaço no Sintra Cinema fará convergir para o centro da Portela muito mais pessoas do que as frequentadoras dos espectáculos, com o que isso acarretará de tráfego automóvel, necessidades de estacionamento, mais ruído, luzes e acumulação de lixo no espaço público.
Com os melhores cumprimentos
Pelo Fórum Cidadania Lx,
Paulo Ferrero, Bernardo Ferreira de Carvalho, Jorge Pinto, Paulo Trancoso, Helena Espvall, Fátima Castanheira, Ruth da Gama, Beatriz Empis
Foto: Sintra Notícias
Petição pela salvaguarda da Livraria Ferin 1024 1024 Paulo Ferrero

Petição pela salvaguarda da Livraria Ferin

Para: Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Deputados à Assembleia Municipal de Lisboa
Como é do conhecimento público, a Livraria Ferin, a segunda livraria mais antiga do país, fundada em 1840 e uma das lojas mais importantes, emblemáticas e acarinhadas pelo público, que existem na cidade de Lisboa, encerrou recentemente ao público e os milhares de livros que a recheavam terão já sido removidos da loja.

Como é do conhecimento da Câmara Municipal de Lisboa e da Assembleia Municipal de Lisboa, o espaço físico da Ferin (fachada, montras, móveis) é muito bom e por isso está abrangido não só pela Carta Municipal do Património anexa ao PDM em vigor (item 48.102), como pelo Plano de Pormenor de Salvaguarda da Baixa Pombalina, e pela Baixa Pombalina classificada Conjunto de Interesse Público desde 2012.

Além disso, a Livraria Ferin é classificada Loja Com História pela CML, fazendo parte do seu núcleo fundador de 2015, não só pela sua valia histórica e patrimonial (imóvel e móvel) mas também porque uma cidade sem livrarias é algo impensável, pelo que importava e importa proteger e incentivar as livrarias a que não desistam ou que não as despejem, como aconteceu no passado recente com as livrarias Portugal e Aillaud & Lellos, por exemplo.

Assim sendo, os abaixo assinados, apelam ao Senhor Presidente da CML e aos Senhores Deputados à Assembleia Municipal de Lisboa para que desencadeiem os procedimentos necessários que impeçam de forma eficaz;

1. Toda e qualquer alteração/deturpação/destruição da fachada e do interior da Livraria Ferin;
2. A aprovação/licenciamento de uma eventual mudança de uso para o espaço, nem que para tal a CML tenha que adquirir o espaço, dando assim consequência prática ao regulamento do Lojas Com História.

Lisboa, 29 de Dezembro de 2023

Pedido de classificação da Livraria Ferin 1024 1024 Paulo Ferrero

Pedido de classificação da Livraria Ferin

Exmo. Sr. Director-Geral do Património Cultural
Arq. João Carlos Santos
Como é do conhecimento de V. Exa., a Livraria Ferin é a segunda livraria mais antiga do país e é uma das lojas mais importantes e emblemáticas que existem na sua capital, pelo que só por isso mereceria uma classificação de interesse público.
Infelizmente, tal nunca foi até hoje reconhecido pela tutela da Cultura, a quem cabe defender e aplicar medidas de salvaguarda para o património cultural do país.
Infelizmente, também, a Livraria Ferin foi encerrada há poucos dias, desconhecendo-se não só o paradeiro do seu valiosíssimo espólio móvel como o futuro do seu interior, uma vez que a débil protecção de que usufrui (Carta Municipal do Património) não lhe garante minimamente que o mesmo se mantenha como está.
Pelo exposto, e porque consideramos que se há estabelecimentos comerciais que mereçam ser classificados, a Livraria Ferin merece-o prontamente, enviamos a V. Exa. o respectivo requerimento, acompanhado de fotografias, de modo a que a mesma se possa juntar ao lote de lojas já classificadas de Interesse Público pela DGPC (ex. Cervejaria Solmar, Confeitaria Nacional, Ourivesaria Barbosa Esteves e Tabacaria Mónaco).
Na expectativa, apresentamos os nossos melhores cumprimentos e votos de um Bom Ano de 2024 para todos.
Paulo Ferrero, Luis Mascarenhas Gaivão, Miguel de Sepúlveda Velloso, Pedro Jordão, Jorge Pinto, Nuno Caiado, Alexandra Maia Mendonça, Rui Martins,  Manuela Correia, Filipe de Portugal, Eurico de Barros, António Araújo, Bernardo Ferreira de Carvalho, Fátima Castanheira, Gustavo da Cunha, Filipe Teixeira, Tiago Mendes, Maria do Rosário Reiche, Helena Espvall, Beatriz Empis, Fernando Jorge, Raquel Henriques da Silva
Fórum Cidadania Lx é agora sócio da Europa Nostra 780 704 Paulo Ferrero

Fórum Cidadania Lx é agora sócio da Europa Nostra

É com grande satisfação que comunicamos a todos quantos nos seguem, que já somos sócios da Rede Europa Nostra, conforme consta no seu site: https://www.europanostra.org/membership/portugal/.
É uma honra fazermos parte da Europa Nostra, pelo reconhecimento, responsabilidade e prestígio que isso acarreta para a nossa Associação.
É também uma obrigação acrescida para tudo continuarmos a fazer pela defesa, salvaguarda e valorização do Património Cultural de Lisboa, e não só.
E uma oportunidade de juntarmos esforços com parceiros nacionais e internacionais.
Entregue à AML a petição pela Reabertura do Museu de Arte dos Doentes e das Neurociências no Hospital Miguel Bombarda 1024 685 Paulo Ferrero

Entregue à AML a petição pela Reabertura do Museu de Arte dos Doentes e das Neurociências no Hospital Miguel Bombarda

NOTA DE IMPRENSA
Foi entregue esta manhã à Assembleia Municipal de Lisboa, a nossa Petição pela Reabertura do Museu de Arte dos Doentes e das Neurociências no Hospital Miguel Bombarda, com mais de 300 assinaturas (lista disponível em https://peticaopublica.com/viewfullsignatures.aspx?pi=PT118436).
A este nosso desiderato se juntou, desde a primeira hora, um conjunto de individualidades * que só nos orgulha e motiva ainda mais para solicitarmos à Assembleia Municipal de Lisboa que interceda junto da ESTAMO, proprietária dos edifícios do antigo Hospital, no sentido de propiciar as condições de segurança e dignidade mínimas para que ​tal seja possível a curto-prazo.
A reabertura do Museu de Arte dos Doentes e das Neurociências no Hospital Miguel Bombarda é um imperativo cultural e de respeito pela História da Psiquiatria em Portugal e pelos seus protagonistas, desde logo pelos doentes que a foram criando e desenvolvendo ao longo de cem anos.
Antecipadamente gratos pela vossa melhor atenção e divulgação.
Votos de Boas Festas!
A Direcção do Fórum Cidadania Lx – Associação.
*Alexandre Pomar (Jornalista, crítico de Arte), António Barreto (Sociólogo, investigador),  António Barros Veloso (Médico, investigador), Isabel Almasqué (Médica, investigadora), João Neto (Director do Museu da Farmácia, Presidente da Associação Portuguesa de Museologia), José Aguiar (Professor Catedrático da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa), José Manuel Jara (Médico psiquiatra, fundador da Associação de Apoio aos Doentes Depressivos e Bipolares), Luís Raposo (Arqueólogo, membro do Conselho Executivo do ICOM-International Council of Museums), Maria Filomena Mónica (Doutorada em Sociologia, investigadora e escritora), Raquel Henriques da Silva (Professora universitária de História da Arte, Universidade Nova de Lisboa), Soraya Genin (Arquitecta, Presidente do International Council on Monuments and Sites Portugal) e Vítor Serrão (Professor catedrático da Faculdade de Letras de Lisboa, Instituto de História da Arte).
Petição pela Reabertura do Museu de Arte dos Doentes e das Neurociências no Hospital Miguel Bombarda 1024 685 Paulo Ferrero

Petição pela Reabertura do Museu de Arte dos Doentes e das Neurociências no Hospital Miguel Bombarda

À atenção da Senhora Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa e dos Senhores Deputados Municipais
Como é do conhecimento público, funcionou até há poucos anos no Hospital Miguel Bombarda (HMB), o Museu de Arte dos Doentes e Neurociências, o qual exibia em permanência uma parte da vastíssima colecção de milhares de obras artísticas, material clínico e hospitalar, livros manuscritos raros, etc., da longa e riquíssima história do HMB desde 1848, marco indelével da história da psiquiatria em Portugal.
O Museu funcionava em pleno nos edifícios do Pavilhão de Segurança (vulgo “Panóptico”), no Balneário D. Maria II, e em parte do edifício principal do Hospital, nomeadamente no gabinete do prof. Miguel Bombarda e no salão do piso térreo.
Ali estavam expostos cuidadosamente muitos objectos, instrumentos clínicos e mobiliário hospitalar, variadíssima documentação histórica, e pinturas, fotografias e outros, da autoria dos doentes, com especial destaque para o valioso acervo em Art Brut/Arte Outsider.
Infelizmente, em 2010, no seguimento do encerramento do Hospital, o Museu passou a estar aberto muito esporadicamente e reduzido apenas ao Pavilhão de Segurança, uma vez que o Balneário apresentava acentuada degradação, e o edifício principal foi esvaziado.
Em 2018, o Pavilhão-Museu encerrou portas.
Paralelamente, grande parte do acervo histórico e clínico do HMB foi transferida para o Centro Hospital Psiquiátrico – Hospital Júlio de Matos (HJM), designadamente livros e documentos, plantas do edificado, ficheiros clínicos, fotografias de doentes e por doentes, e algumas obras de arte, incluindo o retrato do Duque de Saldanha, da autoria de José Rodrigues (1852) e que se encontrava no gabinete do prof. Bombarda, um retrato deste, por Veloso Salgado, pinturas de Valentim de Barros e de outros.
No Pavilhão de Segurança ficou o espólio que estava em exposição aquando do encerramento do Museu e o depositado no seu refeitório e em algumas das celas.
Em Junho de 2023, sob a alçada do HJM (entidade que tutela a colecção) e a permissão da ESTAMO (proprietária dos edifícios do antigo hospital), entidades que importa aqui louvar, foi constituído um grupo de voluntários que se encontra a fazer um levantamento exaustivo de todo o acervo do HMB, existente no Pavilhão de Segurança e no HJM, com vista à sua classificação pela DGPC.
Para que se garanta a sua preservação in situ.
Para que as pessoas tomem consciência da sua existência.
Para que a história do HMB não se dilua.
Para que a colecção tenha o reconhecimento público que merece, enquanto valor cultural e histórico do país, e para que não se disperse, mais do que já se dispersou.
Daí que a reabertura do Pavilhão de Segurança enquanto Museu seja fundamental, o mais cedo possível.
Pelo exposto, os abaixo assinados apelam à Senhora Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa e aos Senhores Deputados Municipais, no sentido de assegurarem junto da ESTAMO, proprietária do Pavilhão de Segurança:
• A reabertura ao público, a muito curto-prazo, do museu in situ no Pavilhão de Segurança;
• E, consequentemente, seja restaurada a sua porta e reparadas as claraboias do pavilhão;
• E se verifique a presença de vigilante durante o período de abertura do museu ao público.
Lisboa, 14 de Novembro de 2023
Os abaixo assinados,
– Alexandre Pomar (Jornalista, crítico de Arte)
– António Barreto (Sociólogo, investigador)
– António Barros Veloso (Médico, investigador)
– Isabel Almasqué (Médica, investigadora)
– João Neto (Director do Museu da Farmácia, Presidente da Associação Portuguesa de Museologia)
– José Aguiar (Professor Catedrático da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa)
– José Manuel Jara (Médico psiquiatra, fundador da Associação de Apoio aos Doentes Depressivos e Bipolares)
– Luís Raposo (Arqueólogo, membro do Conselho Executivo do ICOM-International Council of Museums)
– Maria Filomena Mónica (Doutorada em Sociologia, investigadora e escritora)
– Raquel Henriques da Silva (Professora universitária de História da Arte, Universidade Nova de Lisboa)
– Soraya Genin (Arquitecta, Presidente do International Council on Monuments and Sites Portugal)
– Vítor Serrão (Professor catedrático da Faculdade de Letras de Lisboa, Instituto de História da Arte)
Foto: Duarte Neves, in Lomography
Petição à AML pela constituição de uma Comissão Eventual de Acompanhamento da Tapada das Necessidades 1024 768 Paulo Ferrero

Petição à AML pela constituição de uma Comissão Eventual de Acompanhamento da Tapada das Necessidades

Exma. Senhora Presidente da AML

Dra. Rosário Farmhouse,

Exmos. Senhores Deputados Municipais

 

Serve o presente para solicitarmos a V. Exas., via petição em anexo (https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT118008), a constituição por essa Assembleia de uma Comissão Eventual de Acompanhamento do Plano de Salvaguarda da Tapada das Necessidades.

A Tapada das Necessidades é preocupação desta associação desde há mais de 20 anos, e a sua reabilitação tarda em começar.

A Assembleia Municipal é o órgão a quem compete fiscalizar a CML nos assuntos mais diversos, e fá-lo com especial ênfase por via das comissões permanentes e eventuais que constitui sempre que o motivo o exige.

A Tapada justifica-o plenamente.

Daí esta nossa petição, para que a AML garanta que o Plano de Salvaguarda para a Tapada das Necessidades cumpra não só o desiderato de todos, ou seja, o da recuperação imaculada deste Jardim Histórico, como se garanta a sua máxima competência, eficácia e transparência, em matéria de financiamento da obra, especialidades, consultadoria externa e envolvimento da população.

Na expectativa, apresentamos os nossos melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Maria Ramalho, Miguel de Sepúlveda Velloso

Para quando a inauguração do Órgão da Igreja dos Paulistas? 992 1024 Paulo Ferrero

Para quando a inauguração do Órgão da Igreja dos Paulistas?

Exmo. Senhor Presidente da CML
Eng. Carlos Moedas
CC. AML, JF Misericórdia, Igreja dos Paulistas, Dinarte Machado e Agência LUSA
Serve o presente para solicitar à CML, na pessoa de V. Exa., um ponto de situação sobre a “inauguração” do órgão da Igreja de Santa Catarina (Convento dos Paulistas), anunciada para 2018 (https://www.jn.pt/nacional/especial/igreja-de-lisboa-recupera-orgao-que-resistiu-ao-terramoto-9234387.html) e sucessivamente adiada, estando até agora por cumprir.
Como será do conhecimento de V. Exa. o restauro deste importante e belíssimo órgão do século XVIII (1732, embora com alterações no XIX), arrastou-se por vários anos, com a sua “remontagem” a ser adiada por várias ocasiões, depois de múltiplas moções, propostas e recomendações na CML e na AML ao longo dos últimos 15 anos, e peripécias várias que vieram a público e que nos escusamos de enumerar.
Ano e meio após o desaparecimento do saudoso Pe. Pedro Boto de Oliveira, pároco da Igreja de Santa Catarina e maior responsável pelo não esquecimento da necessidade de restauro deste órgão setecentista, perguntamos se não será tempo suficiente para quem de direito cumprir o desiderato por que todos aguardamos: a sua “inauguração”.
Independentemente (ou não) desta situação, acresce que a igreja necessita de obras urgentes nos tectos estucados por Giovanni Grossi da capela-mor, coro-alto, bem como do cadeiral em talha, exemplo máximo do barroco português, como, aliás, as fotografias que enviamos. Há infiltrações várias que sugerem haver a necessidade de intervenção nas coberturas.
Se nada for feito, corremos um sério risco de toda a operação de restauro do órgão ter sido em vão e, pior, haver um acidente grave dentro da igreja.
Poderá a CML contar sempre com a ajuda desta Associação, no que nos for possível.
Com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Miguel de Sepúlveda Velloso, Luis Mascarenhas Gaivão, Pedro Jordão, Manuela Correia, Rui Pedro Martins, Filipe de Portugal, Helena Espvall, Jorge Pinto, Fátima Castanheira, Carlos Boavida, Maria do Rosário Reiche, Beatriz Empis, Fernando Jorge e José Maria Amador
Foto antiga: Estúdio Mário Novais, Arquivo Municipal de Lisboa
Fotos de 16.05.2023: Filipe de Portugal
Chafariz da Esperança finalmente com água e bem iluminado – parabéns à CML 1008 1024 Paulo Ferrero

Chafariz da Esperança finalmente com água e bem iluminado – parabéns à CML

Exmo. Sr. Presidente da CML
Eng. Carlos Moedas
Exma. Sra. Vereadora do Urbanismo
Eng. Joana Almeida
Exmo. Sr. Vereador do Ambiente
Dr. Ângelo Pereira
 
C.C. AML, JF e agência LUSA
Vimos pelo presente dar os nossos parabéns à Câmara Municipal de Lisboa, na pessoa de V. Exas., pela reabilitação exemplar do Chafariz da Esperança, Monumento Nacional, onde, finalmente, já corre água e que passou a ter uma iluminação condigna com a sua valia histórica e estética.
Tratou-se de uma empreitada exemplar, que merece replicação urgente nos demais chafarizes sob a alçada da CML, desde logo no Chafariz d’El-Rei.
Os nossos parabéns são naturalmente extensíveis ao anterior Presidente da CML e ao anterior Vereador do Urbanismo, iniciadores desta obra.
Pedimos a V. Exas. que façam chegar este nosso aplauso aos valorosos técnicos da Unidade de Intervenção Territorial do Centro Histórico e ao Pelouro do Urbanismo.
Com os melhores cumprimentos
Paulo Ferrero, Miguel de Sepúlveda Velloso, Nuno Caiado, João Mineiro, Pedro Jordão, António Araújo, Paulo Trancoso, Inês Beleza Barreiros, Paulo Trancoso, Eurico de Barros, Filipe de Portugal, Teresa Silva Carvalho, Fátima Castanheira, Maria do Rosário Reiche, Miguel Atanásio Carvalho, Jorge Pinto, Beatriz Empis, Madalena Martins, Helena Espvall, Filipe Teixeira, Carlos Boavida
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